Novela (que podia ser mexicana) com um número infindável de episódios e protagonistas a mais, vendida em pacotes económicos aos países do leste europeu. Enredo muito intrincado, malfeitores qb, doses exageradas de sacanices, facadas nas costas e muitas figurantes com língua de porteira. A única coisa que vale a pena no meio desta salganhada toda?! A protagonista, que interpreta este argumento sem mudar uma vírgula... ou não fosse isto a sua vida.

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domingo, 2 de agosto de 2009

Não contes a ninguém!

Que a bebida tolda o pensamento? Que um "vou ter muitas saudades tuas" nem sempre é o que pensamos ou gostaríamos que fosse! E?! O melhor está certamente para vir... Nada me tira a certeza disso.
Que o melhor que a vida me reservou está para acontecer. Muito em breve. E que as cubas que ontem bebi, pagas pelo bom do Pedro (homem bom devia pagar imposto!) me encheram a alma. E o Tamariz é um bom sítio para por as ideias em ordem? Certamente que não. Mas é bom para o ego.
À Nika, aos Pedros, ao Joãozinho e ao Gonçalo, um "à nossa" por uma noite fantástica! E o meu obrigada especial ao meu Pedro, que mesmo sem estar a curtir muito, se deixou ficar, para não me estragar a noite. É um senhor.
Se estou bem? Estou! Mas não contes a ninguém...

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Agora... estou melhor, sim.

Estou muito melhor agora! Depois de uma tarde cheia de calor, com uma ventoinha que só me bufa para os pés e o excel a fritar-me os neurónios... a sacana da Cláu mandou-nos correr à volta do ginásio.

Tendo o ginásio piscina, é coisa para ser grande, portanto uma volta é, digamos, uma coisa puxadita. Pelo menos para mim, que tenho o nariz constantemente tapado, por causa da sinusite, e uma resistência física um tanto ao quanto... hum, digamos... fraquinha.
Não quis fazer má figura, esbaforei-me toda e lá dei uma volta. No final, a transpirar que nem uma égua, não respirava... arfava ruidosamente.
Depois disso, e coisa que já se tinha manifestado pela tarde, deu-me uma crise existencial tamanha, e dei por mim pelas ruas da amargura. Nada como uma boa amiga para nos pôr juízo na mona. E siga.
Mais tarde, baixei à terra, cuspi o que tinha para dizer e meti mais uns fantasmas na caixa. Deus me livre e guarde se a caixa se abre um dia destes, e saem de lá todos disparados para me atormentar a existência.
Resumindo, sinto-me como que saída de uma tragicomédia romântica. Daquelas que dá para rir e chorar ao mesmo tempo, enquanto se come pipocas e se limpa o ranho ao punho da camisa.
Fazer o quê? Quem me atura, atura-me. Quem me quer ver pelas costas, vê-me pelas costas. Nada a fazer mesmo. Não sou uma resignada, mas há coisas com as quais tenho mesmo de me resignar. Sim, estou muito melhor agora.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Aerobicamente falando

Há três meses, por motivos que não vêm ao caso e que nada têm a ver com o tamanho do meu rabo, comecei a fazer aeróbica. Não fazia nenhum desporto há mais de 2 anos, pelo que o início foi complicado. As 2 primeiras aulas foram um sacrifício, fui altamente gozada e trocava os passos todos.

Agora, ninguém me agarra! O efeito é fantástico. Mais na mente que no corpo (embora aí também se note). A melhor parte é que a turma é toda mais louca que eu. Cada uma mais doida que a outra.
A professora (pobrezita, chego a ter dó da paciência dela) chega a ter de parar a aula para se rir das minhas barbaridades... Sim, há gente para tudo, eu sei.
A Fá adora-me, a Nika não passa sem mim e a Vé está entre o idolatrar-me e o não poder comigo (é da idade, todos sabemos que é difícil ter 16 anos). Passamos as aulas no gozo, rimos a bom rir quando a boa da Kláu se troca toda e baralha o esquema à conta das nossas palhaçadas.

Há dias, por ter faltado a uma aula, recebi o seguinte email da Nika:

Está tudo bem???
É que as aulas sem ti já não são as mesmas, sabes… sentimos a tua falta, principalmente para mandar calar a Vé…
Se bem que a “Stôra Kláu” anda a puxar tanto por nós que a miúda nem tem tido forças para abrir a boca.
Ontem ia-nos matanto com uns exercícios todos marados…

Bem, vê lá se apareces!!!
We miss you! Eu pelo menos… Ah ah ah!!!


Uma ternura! Além disso, mandam-me mensagens para não me baldar, perguntam-me o que tenho se não digo tanta parvoíce, enfim... uns amores.
Hoje quando disse que me doía uma parte do corpo da qual não sabia o nome, responderam-me "Não te preocupes, amanhã já sabes!". Ai sim? O quê? "Tudo!".
E o ritmo é sempre a abrir. Música do melhor, esquemas do mais marado que pode haver (que dão um gozo enorme quando finalmente acertamos todas) e um ambiente altamente descontraído e saudável.

Por causa delas, e também porque a minha sanidade mental o exige, vou passar a fazer mais uma aula por semana.

Mas só quando regressar das férias. Estou no ir. Uma semana fora de trabalho, confusões, polémicas e problemas. Estou no ir.