Novela (que podia ser mexicana) com um número infindável de episódios e protagonistas a mais, vendida em pacotes económicos aos países do leste europeu. Enredo muito intrincado, malfeitores qb, doses exageradas de sacanices, facadas nas costas e muitas figurantes com língua de porteira. A única coisa que vale a pena no meio desta salganhada toda?! A protagonista, que interpreta este argumento sem mudar uma vírgula... ou não fosse isto a sua vida.

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domingo, 5 de abril de 2009

Como duas quê?!!


Vá-se lá saber porquê (!) uma amiga (!) ofereceu-me a mim e a outra amiga este livro. Acabei de o ler ontem. Não é propriamente um candidato ao Nobel da literatura, mas lê-se bem.




Já no fim, há uma frase dita à protagonista pelo novo namorado, que a deixa deslumbrada. Qualquer coisa como "Pertencemos um ao outro como duas nádegas pertencem a um rabo". Não atinjo. A sério que não. Talvez porque nunca me disseram nada do género, não consigo mesmo ver onde está o sentido romântico da coisa...

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

O que eu gosto deste gajo!

Pessooas que dizem o que sentem. E explicam como o sentem. Supostamente, é difícil, mas ele consegue fazê-lo de uma forma que parece simples.

O meu irmão João. Li e aconselho.


Mais... um homem que assume que "esquecer uma mulher inteligente custa um número incalculável de mulheres estúpidas" merece o Céu!