Novela (que podia ser mexicana) com um número infindável de episódios e protagonistas a mais, vendida em pacotes económicos aos países do leste europeu. Enredo muito intrincado, malfeitores qb, doses exageradas de sacanices, facadas nas costas e muitas figurantes com língua de porteira. A única coisa que vale a pena no meio desta salganhada toda?! A protagonista, que interpreta este argumento sem mudar uma vírgula... ou não fosse isto a sua vida.

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Eles andem aí...

wc em zinza deve ser do sotaque do Norte…

prendas de natal em croche – pode ser que se arrange

mais valias do tlm – tirar fotos, acesso á internet, escrever no blog… ah e fazer chamadas. O meu, claro!

a mulher do meu irmão é o que minha cunhada? – e por aí, sim

trintonas do hi5 – nao deve ser comigo que, apesar de trintona, nao entro no hi5 há seculos

papel de parede para pc anjos asas – aqui?! Anjos?! naaaaaa

imagens de cavalos castanhos – já houve cavalgaduras por aqui, mas fugiram todos.

barriga pequena 6 meses – a malta aqui tem barriga, mas é resultado de muita comidinha boa, nao dessas coisas...

kamasutra a tres – badalhocos!!!!


é isso e alguém que anda a entreter-se a pesquisar o nome de uma amiga minha e já veio aqui parar duas vezes. Nao é bonito!

E o outro (ou outra!) que trabalha na Camara de Oeiras e entra aqui religiosamente todo-o-santo-dia as 8h30 da manha! Pelo menos pega ao servico a horas!!!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A profunda razão do calote

Tenho clientes que não me pagam. Pelas mais estúpidas ou razoáveis razões. Uma porque lhe morreu uma empregada. Outra porque não lhe apetece. Outra porque estoura tudo no bingo. Outra porque as férias à grande no Algarve não permitem que sobre algum.
Agora... a última que me apareceu é realmente extraordinária. Daquelas que só comigo. Então eu tenho uma senhora, vamos chamar-lhe Tuxa, que não me paga porque foi ao Brasil.
Até aqui, nada de novo. Comerciante que é comerciante, chora-se que está mau, mas depois faz vida de rei. A isto já estou eu habituada há muito.
Acontece que a D. Tuxa não me paga há muito porque foi ao Brasil ser recauchutada. Li-te-ral-men-te! Por fora e... (pasmem-se) por dentro. Parece que a senhora, de quase 60 anos, foi colocar os maminhas novas, empinar o rabiosque, fazer lábios à Jolie e... ser virgem novamente!

Será que alguém vai ter isto em linha de conta quando eu disser que não atingi os meus objectivos de dívida???... Era bom era... Vou dizer que a senhora não me pagou porque foi fazer "investimentos profundos na sua pessoa"!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O poder de uma noite de 6ª feira...

Saí para jantar em casa dos Cruz-Ramos. Não fui convidada, mas fiz-me. As maravilhas da net... Bastou um gabar-se que ía lá jantar no facebook, e eu aproveitei a deixa.
O Miguel cozinhou um manjar digno dos deuses: polvo no forno com batata doce e um molho extraordinário... Delicioso. E a conversa, a diversão... Aquela casa é um antro de boa disposição e amizade. E eu estava com muitas saudades!
Depois... depois uma saída totalmente inesperada. Um hamburguer no Cais do Sodré, já depois das 4h da manhã, a saber lindamente (há anos que não comia nas roullotes!). E uma conversa cheia de empatia que durou até de manhã.
Cheguei a casa já o sol brilhava, com a força das 7h. Acabada de deitar dei um pulo da cama. O barulho de travões, pneus a chiar e um estondo enorme de choque fez-me correr à janela.
Um Volkswagen Beatle, novo em folha acabava de se despistar ao entrar na minha rua. Rasou o quiosque de jornais da esquina, bateu em dois carros estacionados do lado esquerdo e mais um do lado direito. E ficou-se, com o eixo da roda do lado esquerdo partido e o pneu debaixo do carro.
A mulher lá dentro, a Dó, com o seu carrocha preto enfiado num pequeno carro azul céu, com porta toda metida dentro e cravado num pilatere do passeio, queria continuar viagem... Um homem apontava-lhe para a roda da frente e dizia-lhe que era melhor ela desligar o carro e vir ver.
Seguiu-se um espectáculo deprimente. A dita estava podre de bêbada, não dava dois passos no mesmo sentido e só queria era ir-se embora. De braços levantados, alto e bom som, gritava com a voz enrolada "Eu pago tudo, pá! Mas deixem-me ir para casa!". Ainda tentou fugir, mas ninguém a deixou. Rapidamente alguém a reconheceu e foram chamar-lhe uma amiga. Pobre amiga, que saltada da cama ainda levou com a ingratidão de bêbado...
A cadela era tanta e tão grande que deu para tudo. Desde gritar pelo Belenenses, a dizer à pobre amiga "Óh Aidinha, eu amo-te!", enquanto a abraçava e pulava no meio da rua.
Quando a polícia chegou, o teste acusou 2,95 mg no sangue. Como a história correu a rua toda, à tarde no café já ouvi a versão de que eram 4,5 mg. Foi presa. E a amiga foi com ela, ampará-la. Contam as más línguas, que o marido da bêbada ainda lhe agradeceu com um telefonema em que a insultou por não a ter deixado fugir, e que o que devia ter feito, era ocupar o lugar de condutora (logo ela, que nem carta tem).
Não levei com a Dó em cima por uns míseros, mas abençoados 10 minutos. E logo eu, que é tão raro chegar a casa de manhã. E lá na rua, agora conta-se que uma amizade de mais de 30 anos, se destruíu com os copos.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A única pessoa que me ralha é a Mamã, 'tá?

Da última vez que olhei, vivia numa democracia. Algo dúbia, por vezes, mas uma democracia. Desde quando é que eu, este protento de mau feitio e olhos verdes, tenho de dar satisfações a alguém que não conheço?!
Só porque a net caiu, e nós estávamos a deitar conversa fora? Eu tinha de, supostamente, voltar para me explicar?!
E mandam-me 2 (dois) emails a reclamar e a desancar-me? Uma cena do tipo "Só para informação: hi5 - esquece; facebook - esquece; posts no teu blog não mais os farei com certeza". Hã? Está tudo doido? Qual foi a parte que eu não entendi? Por acaso, o messenger até caiu... e se não tivesse caído? Se o tivesse desligado, à bruta? Erradicava-me? Please, DO! Ora por favor... eu falo com quem quero, quando quero e até onde quero!
E a única pessoa que me passa raspanetes como se eu fosse uma miúda de 5 anos é a minha Mummy, 'tà? E é quando eu deixo...

E a menina não faz fretes, 'tá?

segunda-feira, 20 de julho de 2009

"Anda cá, que tenho uma coisa para ti"

A gente quando ouve isto, acha sempre que é alguma coisa de bom.
Enganei-me!
380 máscaras?! Ensandeceu tudo enquanto eu estive fora? O que é que eu perdi?!
Para já, escondi-as! É que anda por aqui muita gente e se se aprecebem que eu tenho 380 máscaras no meu escritório de 4m por 4m... entra tudo em paranóia.
Será que isto tem saída no mercado negro?

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Confusão de géneros

A tabuleta a dizer ADMINISTRAÇÃO está tão perto, mas tão perto de mim, que quase seria o mesmo que estar colada na minha testa... O mesmo será dizer que tudo o que é louco me bate à porta. Ou pior, me entra pela porta a dentro.
O último foi surreal. Não fosse a minha vida, por si só, uma festa e tudo isto iria parecer saído de um filme cómico.
Então este veio reclamar que a sinalética da casa de banho dos homens estava errada. Que por baixo do símbolo dos homens estava escrito wc mulheres... em inglês. Women, dizia ele. E lá foi a desgaraçada da assistente acompanhar o senhor.
É que uma das regalias do estatuto de directora é fazer ouvidos de mercador a estas loucuras, olhar para a assistente e dizer, com um ar muito atarefado ,"Não te importas?".
Resumindo e concluíndo. O WC tem o C comido. E o Homens tem o H comido. Comido por comido, o que lá está, para quem vê mal e tem uma imaginação muito fértil (e pouco que fazer) é "W.. ...OMENS".
E claro que tendo o cliente sempre razão, agradeceu-se muito ao senhor ter reparado no erro e ele foi-se embora muito satisfeito consigo próprio.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Considerações

Tenho a mania, boa ou má - não sei, de analisar. Gosto de entender motivações, o que levou a dizer isto e não aquilo. Porque é que acabou, porque é que nunca começou.
Se me mandam para um sítio feio (ou bonito, depende) tenho esta mania de querer saber o que está por detrás disso.
Será que dormiu destapado e acordou do lado errado? Será que é assim com tudo, ou é só comigo? Os sapatos estarão-lhe apertados? Ou, numa prespectiva egocêntrica, narcisista e fútil da minha minha parte, a pessoa em questão, inveja-me?
E se sim, porquê? Lá está, de novo a motivação. O que leva as pessoas a dizerem o que querem sem ninguém lhes ter perguntado? A achar que o amargo do que escrevo é igual ao que tenho por debaixo da pele?
Será a inveja de escrever como escrevo? É meu. Não posso dá-lo. Nem ensiná-lo. Serão os olhos de um verde acastanhado, ou castanho esverdeado... que já em miúda diziam à socapa ao meu pai que íam "dar trabalho".
Será este jeito de montanha russa de estar na vida? Ás vezes lá em cima. Outras cá em baixo. Mas sempre a andar. Porque a minha vida é mesmo uma festa. E também há festas más. Em que a música está alta demais, a comida fria e o par me deixou pendurada. Fazer o quê?
Se sou racista? Talvez. Sei lá. Se sou azeda? Sem dúvida nenhuma que não. Posso estar azeda. O que é muito diferente. Mas isso tem dias. E amanhã já é outro. Uma folha em branco, onde tudo pode ser escrito de outra forma. Doce? Talvez. Quem sabe.
Este canto é MEU. Sobre mim e os meus. Desvarios, amizades, amores, perdições... Coisas minhas. Grandes, pequenas, sérias, disparatadas. Minhas! E, como já me canso de anunciar, eu escrevo para mim. Porque gosto. Porque quero. Porque preciso. Porque sim.
Porque, porque, porque. São os meus porquês. As minhas razões. Legítimas porque são minhas. Válidas porque eu quero que assim seja.
Se aqui se pesca à linha, se ofendem etnias, se trocam galhardetes na caixa de comentários, se dizem palavrões como se não houvesse amanhã... Porque é que isso incomoda alguém?? Vira o disco e toca o mesmo... O porquê. Há gente muito estranha.
Mas a mais estranha talvez seja eu... a querer entender o porquê.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Etiquetados

Há uns anos atrás, não fosse algum conhecido o conhecer e esquece! Não tinhas a mínima hipótese de chegar ao tipo. A não ser que alguém que conhecesse alguém que o conhecesse a ele. Troca de bilhetinhos, uma mete uma cunha ao amigo e pode ser que tenhas sorte. Mas a malta conhecia-se, nem que fosse de vista.

Havia encontros feitos de propósito, alterações ao caminho para casa, só para esbarrar acidentalmente no conhecido desconhecido e ficar a conhecê-lo. Qual net qual carapuça. Só soube o que era a net já depois dos meus 20 anos. Talvez fosse melhor ter-me mantido na escuridão... Ou não, ou não.

Hoje... ele há o Hi5, o Meetic, o Orkut, o Tagged... Haverá com certeza mais uma série deles, mais ou menos sérios, conforme quem os frequenta, que isto é como tudo. Ao Orkut nunca fui, nos outros já deitei o olho.

Eu, menina dada a aplicações cheias de brilhos e estrelinhas, em tempos idos, mais exactamente a 24 de Março de 2007 (era eu uma criança inconsciente... e os tipos tiveram o cuidado de apontar a data!) aderi a essa cena do Tagged.

Tirando uma prima minha e um amigo de longa data, não tinha lá mais ninguém e eis que a coisa entrou em auto-gestão. Que é o mesmo que dizer "morreu".

Há dias, vá-se lá saber porquê, resolvi actualizar o perfil, pois já estava farta dos alertas no meu e.mail, do tipo "vai lá responder aos pendentes"! Eu, que gosto pouco de pendentes, lá fui ver o que me queriam. Pus umas quantas fotos - discretas, que "dada" é coisa que a menina não é - mas também não dá para disfarçar muito, né? Não tenho propriamente um olho no meio da testa!

Eis que chovem convites, malta a carregar "sim" no meu perfil (esta frase dava pano para mangas...) e mais piscadelas de olho e mensagens para ver. Ora, não sabias estar quietinha Maria? Que mania!!!

Mas eis que a curiosidade matou o gato e a nina tem de ir ver! E descobre uma coisa hilariante. Qualquer coisa tipo "este menino clicou sim em ti". E tenho duas opções: dizer que sim ou não, conforme a trombinha e o perfil do dito.
Adianto-vos já que há de tudo. Desde os de tanga, perna aberta, tronco nu, rabinho à mostra. De TUDO mesmo! Depois de clicar uma série de vezes no "não" (sim, que eu não sou fácil) o programa atira-me com um "You really didn’t like all those people?" como se soubesse mais que eu.

Continuo, já um bocado farta da cena até que reparo num novo estado civil: "It's complicated". What????? Então mas estes gajos, que aparecem aqui de sunga, põem no relationship status "it's complicated"?!!!??? Fónix, ou sou eu que sou muita esquisita, ou isto é tudo louco!!!
E olha... a seguir o tipo que gere esta treta diz-me "Wow you sure are picky! Keep clicking and you’ll find someone you like…" Pronto! O gajo já me conhece. Fui descoberta! Com este mau feitio, o melhor é deixar-me de brincadeiras e ir à minha vidinha.

Resultado: em 3 dias, já tenho 14 amigos, uma dúzia de mensagens, mais uma vintena de gajos recusados e umas quantas piscadelas.

E enquanto os há giros, simpáticos e educados, também os há em pacote "calhaus com dois olhos". Como o que me escreve: "How are you, my name is A**** K**** from Algeria, I am very happy for your, I want you know." Hum??? Deve ser o inglês da Algéria que é diferente do que eu aprendi na escola... Xiça! (que é como quem diz merda em alemão, sem dizer merda em português).

Para brincarem: http://www.tagged.com/

Divirtam-se e pode ser que tenham sorte. Ou não, ou não!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Só comigo (continuação!)

E então agora não me aparece uma parvalhona, a pedir para tirar a foto da bebé dela com o Pai Natal do cartaz do Pai Natal???
E porquê, perguntam vocês? Não, não é porque ela não quer e ninguém lhe pediu (que até teria lógica).
É mesmo porque uma vizinha dela, que é bruxa, já viu a foto da menina e diz que está muito linda e ela ficou muito assustada porque essa vizinha faz bruxedos aos meninos e eles ficam doentes...
Ah pois claro! Retira lá a foto da menina, faz favor, que a malta aqui não quer cá complacências com bruxas.
Depois dos mitras, das meninas da vida e dos agarrados ao vício, só me faltavam agora as bruxas.
Eu mereço!
PS: Eu não digo que a minha vida é uma festa??? Vocemessês não se m'acreditam!!

Só comigo

Cheguei ao escritório há 10 minutos, e estou que nem posso...
A minha querida assistente encontrou um ambientador do mais rasca que existe, escondido no fundo da gaveta (melhor só estaria no lixo) e toca de desodorizar abundantemente os nossos 4 m2 de escritório!
Eu ainda perguntei se tínhamos recebido alguma octogenária com uma perdilecção especial por patcholi misturado com óleo cânforado, peixe podre e naftalina...Mas não! Foi mesmo ela.
Resultado: um fedor que não se pode, ventoinha ligada (que combina com o fresquinho que está hoje) e eu a ficar com um humor de cão e uma enxaqueca descomunal.
Já lhe disse que está proibida de repetir a graça. Raio da moça que não sabe estar queita, fónix!!!
Que smeeeeeellllllllllll!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Diz-me com o que sonhas...

E dir-te-ei que és... no mínimo, estranha!

Esta semana (fim-de-semana incluído) ando a sonhar com coisas esquisitas. Até aqui, nada de novo... mas tem sido todas as noites!

Ou há-de ser o cão de água preto, cheio de pulgas, que fui buscar a umas catacumbas e tenho de levar de autocarro para Viana do Castelo...

Ou uma senhora da limpeza me pedir creme para as mãos, eu emprestar e a minha assistente dizer baixinho "esse já não voltas a ver"...

Ou a directora de um hiper passar de branca leitosa a negra de nariz fino e empinado e começar a despedir os chefes de secção e os funcionários todos a torto e a direito... até ficar só com 3 empregados...

Ou o tipo que me entra no gabinete de dedo em riste, a ameaçar-me e eu tenho de chamar a segurança pelo rádio...

Ou o Pai Natal vomitar no cadeirão e perguntar a uma senhora se não precisa de um Pai Natal para mudar de vida... que ele já tem ajudado muitas a sair das ruas (esta ainda estou à espera de ver as imagens das câmaras de segurança para me convencer se sonhei ou foi verdade...)

Ou a funcionária de limpeza que eu pedi para ser recolocada noutro lado e foi despedida, vir tirar satisfações com a minha assistente e ela descartar-se com um fantástico "Eu sou uma mera assistente, quem fez isso foi a directora!" ... Hum, esta não sonhei, foi verdade e passou-se hoje.

A minha assistente diz que isto é excesso de trabalho. Eu digo que é doideira em estado avançado. Do pior.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Acabei de ter...

... outra reunião.
desta feita com um dentista, por causa de uns protocolos e espaços para vender cartões de saúde.
Raio do homem era giro nas horas. Moreno, cabelo curto, olhos verdes... tipo primo direito do D. da Mad.
Bem falante, simpático, um bocado fanhoso por causa de uma alergia. Vinha acompanhado com um brasileiro fatela, daqueles muito brancos, com ar de doente.
Como sempre, gosto de tirar as medidas a toda a gente com quem falo, e às tantas o tipo estica o braço e deixa à vista uma pulseira de prata fininha. Pensei "que coisa tão pouco a combinar!"
E não é que o brasuca tinha uma igual?
Moral da história: os dentistas oferecem pulseiras aos seus colaboradores, com o objectivo de fomentar o espírito de equipa.
(para quê voltar ao cliché de que todos os homens bonitos são gays? Isso deve ser um mito urbano!)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Is it just me?

Malta que urina dentro do elevador onde eu resolvi entrar na 2ª feira...

Empregadas de limpeza que guardam cuecas dentro de carretéis de incêndio...

Malta que urina dentro da sala do lixo que todos usam...

Empregadas de limpeza que atendem o telefone do meu escritório, com a desculpa de "não fosse quem ligou pensar que a Dra. não estava..."


É tudo doido, ou sou só eu?

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Brincamos ou colamos cartazes?!

Semana estranha - e que ainda não acabou. Rica em acontecimentos sui generis (no mínimo) tanto a nível pessoal, como profissional... Problemas com caldos knorr e funcionários de uma financeira, com 2m de altura por 1m de largo... Uma tomada eléctrica que resolveu derreter por causa de um curto-circuito numa placa de indução...
Hum... mas esta última já foi na semana passada, portanto o melhor é dizer que Outubro está a ser um mês... palerma?
Mais uma tipa que insiste em, não sei se de propósito ou motivado por algum défice de atenção, chamar-me Florbela (há uns meses era Floribela, agora tem a amabilidade de retirar o "i"...)

Tirando isso, continuo com a mania de tirar fotos com o telemóvel enquanto conduzo. Dá multa, não dá? Boa!
Mas ontem- e porque eu não vivo só de parvoíce - interesses mais altos se levantaram para me atormentar a existência.

Descobri, durante o jantar, que o almoço na escola amarela é servido em pratos descartáveis, acompanhado de talheres igualmente descartáveis. Concordo que mais higiénico não deve haver... mas, sou só eu ou... está errado?
Como é que uma criança de 6 anos corta um pedaço de carne com uma faca de plástico? Hum?!?

Agora entendo porque é que, há dias, a Kel dizia que tinha feito voar um bocado de carne por cima da cabeça dos meninos... pudera!


Vou perguntar pelo livro de reclamações - que o mais provável é não existir - à empresa que serve o almoço. Por acaso, é uma daquelas que está envolvida no esquema das empresas de catering que foi divulgado na semana passada...
Já que lá estou, aproveito e chateio também os tipos do CAF - Centro de Apoio à Família... a quem pago antecipado, nada têm a ver com os almoços e não estão autorizados a pôr as criancinhas a fazer os trabalhos de casas enquanto esperam que os pais as vão buscar... Dizem que os trabalhos devem ser feitos no seio familiar. É um apoio do c... araças! Já dizia o meu querido pai... quem paga adiantado é mal servido!
Vou ali colar mais uns cartazes...
Já agora, só a título informativo... estou a esvair-me em ranho.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Trauma agravado

Ontem tive de apanhar um táxi. Normalmente ando de carro, mas como o PEUGEOT estava na oficina e tive de ir entregar o carro de subtituição, lá teve de ser.

Não gosto de andar de táxi. Tive uma experiência traumatizante há uns anos atrás, quando um táxista me pôs fora do carro. Eu tinha-lhe pedido para baixar o rádio porque queria fazer uma chamada (juro que pedi com educação e jeitinho) mas estava a jogar o glorioso e ele não este pelos ajustes: "Vá dar banho ao cão!" gritou, enquanto me abria a porta e puxava por um braço para fora do carro.

Uns anos mais tarde, grávida de 6 meses, o táxista que me levava para um exame adormeceu ao volante. Não foi bonito. Depois de o acordar e ele disfarçar, fiz o resto da viagem a tossir colada ao banco dele... não fosse dar-lhe o sono outra vez.

Enfim, adiante... o táxista de ontem tinha ar de manfias, todo estiloso de óculos escuros e gel no cabelo.

Vinha absorta nos meus pensamentos quando o oiço dizer, depois de uma buzinadela de um parceiro de trânsito "O que é tu queres pá? Vai pó caralho!"

E pensei... "Será que ele reparou que eu estou aqui?" Naaaaa. Também está absorto na vidinha dele.

Como é óbvio, a experiência ensinou-me a ficar calada dentro de um táxi (e noutros lugares também!) e como mulher séria não tem ouvidos... siga.