Novela (que podia ser mexicana) com um número infindável de episódios e protagonistas a mais, vendida em pacotes económicos aos países do leste europeu. Enredo muito intrincado, malfeitores qb, doses exageradas de sacanices, facadas nas costas e muitas figurantes com língua de porteira. A única coisa que vale a pena no meio desta salganhada toda?! A protagonista, que interpreta este argumento sem mudar uma vírgula... ou não fosse isto a sua vida.

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

What's next?

O buraco está cada vez maior. De tal forma que se caio lá dentro, corro sérios riscos de me perder. Estou a dar em doida...
Hoje soube que o tecto da escola amarela está em perigo de cair... em cima da cabeça das crianças!
E a escola o que faz? Aguarda!
Parece que alguém disse que se parar de chover, não há problema. Mas que se continua a chover assim, o mais certo é vir tudo abaixo. Ah... E ninguém faz nada! Melhor, fazem... no máximo acendem velinhas ao S. Pedro!

Na escola encontrei uma mãe que também tem uma história de vida sui generis (para não dizer mais) e perguntei-lhe "Vamos fundar um clube?". Ela concordou prontamente, mas não gostei do nome que ela nos deu. Ao invés de "Clube das desgraçadinhas" perfiro "What's next?".

E sim, eu sei que perguntar "o que mais me irá acontecer" atrai desgraças... mas porra.... MAIS o quê??!!! Ok, ok... já me calei.

Vou-me fingir de morta um bocadinho. Já venho.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A vingança

Serve-se fria! E como até calha bem porque está um fresquinho que não se aguenta, hoje é dia.

Já por diversas vezes cheguei aqui e... empaquei! Não digo mal de A, porque B lê e vai-lhe contar. Não desabafo as minhas mágoas com C, porque ele até julga que eu não sei, mas continua a vir cá religiosamente. Porra, que já nem mal dos futuros vizinhos posso dizer, porque já todos sabem deste tasco.

É a chamada censura camuflada. Sinto-me oprimida, sem na realidade o ser. A minha consciência (sim, ainda a vou tendo) não me permite escrever (certas) barbaridades susceptíveis de ofender aqueles que é suposto nem me lerem. Pois!

Sabem que mais? Vou-me pirar! Vou abrir uma sucursal noutro lado e ficar-me a rir, porque ninguém sabe onde fica. Desabafar tudo, dizer mal deste mundo, do outro e do que há-de vir. De todos e mais alguns. O que me vai na alma, na cabeça, na ponta da língua...
Sim, eu sou má! E depois?
Ao fundo... com um pouco de esforço, conseguirão ouvir a minha gargalhada perfeita!