Novela (que podia ser mexicana) com um número infindável de episódios e protagonistas a mais, vendida em pacotes económicos aos países do leste europeu. Enredo muito intrincado, malfeitores qb, doses exageradas de sacanices, facadas nas costas e muitas figurantes com língua de porteira. A única coisa que vale a pena no meio desta salganhada toda?! A protagonista, que interpreta este argumento sem mudar uma vírgula... ou não fosse isto a sua vida.

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

E dizem eles

Cortei o cabelo curto:

:: Aliás, tu podes rapar a pente zero que não te belisca a beleza.

:: Cute & wild.

E ainda não me viram!

Fotos? Uma tarde destas, se não chover...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Preocupações

Há apenas duas coisas com que te deves preocupar. Se estás bem ou se estás doente.

Se estás bem, não há nada com que te preocupares. Se estás doente, há duas coisas com que te deves preocupar. Se vais ficar bem ou se vais morrer.

Se vais ficar bem, não há nada com que te preocupares.

Se vais morrer, há duas coisas com que te deves preocupar. Se vais para o céu ou para o inferno.

Se vais para o céu, não há nada com que te preocupares.

Agora, se vais para o inferno estarás tão ocupado a cumprimentar os velhos amigos, que nem terás tempo para te preocupares.

Então... para quê te preocupares?

Provérbio Chinês enviado por mail pela SupêTia (que envia mails como se não houvesse amanhã!)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Ser de gancho

Agora dei para gostar de ganchos. Podia-me ter dado para pior. Tipo gostar de brincos e ter de ir a correr furar as orelhas... Não, é só mesmo ganchos. E molinhas, daquelas pequeninhas. Que só apanham uma madeixa de cabelo.

Quando tinha o cabelo mais comprido, passava a vida com ele amarrado. Quando o tinha curto, bem curtinho, não lhe punha absolutamente nada e ele tinha sempre um ar despenteado. Mas agora, com o cabelo um pouco abaixo da linha dos ombros, deu-me para reconhecer algum valor aos ganchos que lá tinha por casa, ainda por estrear.
Tenho-os dourados, como o de hoje, com borboletas, molinhas com strass, simplesmente castanhos, e mais molinhas brancas, castanhas e cinzentas. Comprados porque eram giros, porque eram diferentes... mas sem nunca ter tido a coragem dos usar. Talvez porque achasse que me davam um ar demasiado infantil. O mal foi começar a usar...
Uma colega perguntou-me como é que eu conseguia ter um ar tão "menina", como se tivesse a idade da minha filha. "Será do gancho?!". Como a observação foi feita em tom de elogio e com uma certa inveja camuflada, conclui que o resultado tinha sido bom.
E como eu sou de gancho, até combina.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Dispenso

:: Atender o telefone do escritório - raramente é para mim. Se quiserem falar comigo, tenho o telemóvel e, verdade seja dita, estou contactável até na casa-de-banho, irra.
:: Receber conselhos que não pedi - "faz assim, faz assado"... até podem ser dados com a melhor das intenções, mas não, ok? Se eu quiser, peço.
:: Atitudes paternalistas de quem já foi um filho da put@ comigo - dá-me vontade de lhes partir a cremalheira toda! Deslarguem-me que eu vou-me a eles!!!!
:: Malta que não sabe dizer "pão" - está é uma máxima de um chefe de segurança com quem trabalho. Refere-se a gente que não dá uma para a caixa, mas que gosta de dar o seu ar. Assim como que escreve "vistes?" ou "recebes-tes?", mas depois tem frases de Kant ou de Eça no msn, como quem diz "eu leio e gosto!". Pois, e eu que sou loira acredito mesmo!
:: Gente a quem eu não dei confiança, a tratar-me por "tu" - se forem contactos pessoais, amigos de amigos, tudo bem. Agora contactos profissionais, eh pá, tripo. Fico verde! E o pior é que não consigo disfarçar.

:: Que me tratem por bebé, lindinha, dona e coisinha - são manias como outras quaisquer.

E pronto... agora tenho de me ir dedicar aos SUIVIs e aos RMGs, que é como quem diz, vidinha de gestor não é fácil.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Fotos de coisa nenhuma







Todas tiradas com o telemóvel, de dentro do carro, em andamento ou parada num semáforo. Quando me apetece.
Pois, já sabem. Quando não quero escrever o que me vai na alma, vou tapando buracos. Quem me conhece já sabe que é assim. Aguardem, aguardem.