Novela (que podia ser mexicana) com um número infindável de episódios e protagonistas a mais, vendida em pacotes económicos aos países do leste europeu. Enredo muito intrincado, malfeitores qb, doses exageradas de sacanices, facadas nas costas e muitas figurantes com língua de porteira. A única coisa que vale a pena no meio desta salganhada toda?! A protagonista, que interpreta este argumento sem mudar uma vírgula... ou não fosse isto a sua vida.

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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Pára tudo!

A gente para dizer mal tem que se informar mais, certo?

Então fui ler mais um bocadinho, assim na diagonal que os brilhos já me estavam a magoar os olhinhos e pára tudo! Colar da Primark????? De onde?!!!???

Como é que malta que diz que tem "estilo" lá veste/usa alguma coisa da Primoney (nome que se dá aqui)???

Oh pelo amor dos Deuses. Em Inglaterra quem vai á Primark é a malta que vive de subsídios e eu. Mas eu é porque adoro um bom bargain e não tenho qualquer pretensão de ser estilosa.

Daqui a pouco vão começar a usar coisas em segunda mão e dizer que isso é que é ter estilo, querem ver?!

Mas quem é que escreve um livro intitulado "Estilo disse ela" e usa cenas da Primark?!? Ah... malta portuguesa. Isso e pagarem-lhe em géneros. Ok, está explicado.

(sim, agora já me podem bater, que eu já tomei partidos. Isso e paracetamol para as dores)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Fogo cruzado



Se gostaram das 50 sombras de Grey…. Preparem-se para a Crossfire Novel da Sylvia Day.

Muito mais bem escrito que os da amiga da JK Rowling, trama muito melhor construída e passagens de arrepiar os pelinhos todos do corpo. 

Bared to you, que é como quem diz "aberta para ti" (mais sugestivo seria difícil) foi-me indicado por uma amiga na ressaca do Fifty Shades perante a minha angústia “o que e que eu leio agora, porra?!”
A plot nao deixa de ser um bocadinho mais do mesmo, menino bonito, bem sucedido, com um passado negro e menina nova e bonita, mas… também ela toda atrofiadinha. Este livro devia ter sido patrocinado por psiquiatras tal é a quantidade de personagens que andam em terapia.

E a coisa desenvolve-se num segundo livro – Reflected in You. Estive 3 semanas á espera deste e a ler coisas fraquinhas entretanto. Ora o livro saiu dia 2 e ontem á noite, dia 3, acabei de o ler. A leitura é absolutamente viciante. Os personagens fortes, cheios de dúvidas, problemas, medos e passados negros que os puxam para o fundo. E a coisa só piora (no bom sentido) com cenas de sexo  escaldantes que deixam uma pobre a mortal a amaldicoar a sorte de andar a dormir sozinha há uma semana.

Gostei especialmente da parte em que ele diz que a ama só porque ela precisa de ouvir. Porque para ele aquilo nao é amor. Amor acaba, relacoes terminam, pessoas separam-se. E ele é viciado nela, respira por ela, levanta-se de manha porque ela está com ele…  e por isso sem ela ele nao vive. Por isso o que ele sente é muito mais que amor. Mas como ele sabe que ela precisa de ouvir, ele diz que a ama. (sim, sim… eu sou a eterna romantica!)

A única coisa que me deixou desgostosa foi a escolha dos nomes do personagens. "Gideon" além de um peixe horrível de nome godeao, faz-me lembrar o quarentao do Criminal Minds, muito pouco charmoso (para o meu gosto, entenda-se) e "Eva", além da primeiríssima de todas, faz-me lembrar a namorada do Wall.E… sim, eu sei que é Eve, mas fazer o que?!?
Nao consigo evitar, nas cenas das cambalhotas, imaginar o gajo do Criminal Minds ás voltas atrás de um robot. O poder dos nomes é uma coisa tramada. Por essas e por outras é que filha minha nunca se chamaria Marina (muito material para piscanálise).

Ah e sim, as cenas de sexo sao ainda melhores que no primeiro livro.

E agora o que é que eu faco enquanto nao sai o terceiro livro? Entwined with You (entrelacada a ti… gosto dos titulos destas tipa) so está á venda a 31 de Dezembro e eu já o tenho pre ordered no meu Kindke mas tenho taaaaaaanto que esperar….

Acho que vou ler um bocadinho a bíblia. Para acalmar.

Mais infomacao aqui

quarta-feira, 18 de julho de 2012

50 tons do que quer que seja

Quem me le em Tugaland nao vai perceber puto. A triologia só é lancada por essas bandas lá para Agosto.
Eu nao sou muito de carneirismos, mas neste caso lá tive de ceder e tenho de concordar que, a nao ser um belíssima peca de literatura, é deveras interessante e uma tipa fica colada ao livro (neste caso ao Kindle) como se nao houvesse amanha,
Naif como só eu, achei que por chamarem á coisa "Mom porn" a coisa era suavezinha. Era, era... eu que até me considero uma gaja escarecida tenho passagens da prosa que me deixam de queixo caído e a corar (que é uma coisa muito rara na minha pessoa).
Mas afinal do que se trata isto?! 50 Shades of Grey, 50 Shades Darker e 50 Shades Freed de E. L. James (senhora inglesa respeitável, casada e mae de filhos!) é a coisa mais absolutamente pornográfica que alguma vez li. E a fazerem o filme (sim, pleeeeeease!) há-de ser o mais hardcore que hei-de ver...
Mas no meio da badalhoquice toda, que no fundo, no fundo, até os bichinhos gostam, há uma deliciosa estória de amor (aaaaaah... o amor!) entre um gajo com muitas horas de psicanálise no lombo, podre de rico e podre de bom e uma miúda, verde verdinha acabada de sair da faculdade.
Entre voos de helicóptero, presentes upa upa e um "play-room" com todos (e mais alguns, claro) os sex gadgets que um pobre mortal pode imaginar a coisa roca a depravacao e a obscuridade própria de tudo o que nao é convencional.
E já a meio do segundo livro, posso garantir-vos que se pegam na coisa, das duas uma... ou gostam, ou gostam muito! 

E agora é ver os depravados todos a virem cá parar com a pequisas no Google...