Novela (que podia ser mexicana) com um número infindável de episódios e protagonistas a mais, vendida em pacotes económicos aos países do leste europeu. Enredo muito intrincado, malfeitores qb, doses exageradas de sacanices, facadas nas costas e muitas figurantes com língua de porteira. A única coisa que vale a pena no meio desta salganhada toda?! A protagonista, que interpreta este argumento sem mudar uma vírgula... ou não fosse isto a sua vida.

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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Granda pinta!


Hoje foi uma joaninha. Dizem que dá sorte. Apareceu-me na porta do carro, quando ía a sair.
Peguei-lhe para contar as pintas, pois dizem que quanto mais pintas, mais sorte. Eram 6. Depois a bicha ficou a olhar para mim e não havia meio de ir à sua vida.

Acho que é na Holanda que dizem que quando uma joaninha passeia pela mão de uma solteira, lhe está a tirar as medidas para as luvas, para o casamento. Como está não passeou, ficou estática na minha mão, das duas uma, ou não levo luvas, ou não me caso.
Já que estava difícil a bicha largar-me, pousei-a no tejadilho do carro, com cuidadinho. Ando muito chegada aos bichos. O que é bom. Comparados com alguns seres que por aí andam, são de muito mais confiança, os bicharocos.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

E não é que...

... apareceu?!? O meu anel da sorte!
Desaparecido desde Fevereiro. O anel que foi da minha mãe e que eu passo a vida a perder. E que passa a vida a reaparecer. Desta vez foi a Raquel que o encontrou. Entrou no carro, pôs o cinto e disse "Mamã, está ali um anel!".
Eu nem queria acreditar. Por detrás do travão de mão há um compartimento que nunca uso. Não dá jeito. Olhei e ali estava o meu anel! Tenho de mandar limpar o carro mais vezes. Sabe Deus o que posso vir a encontar.
Fiquei tão feliz que me ri imenso, dei-lhe um xi, imensas beijocas e prometi-lhe um gelado. "Gosto tanto de te ver assim, quando fazes esse barulho a rir." disse-me ela.
Este anel é mesmo especial. Já disse à Raquel que um dia vai ser dela. E depois da filha dela. Ela ficou feliz. E já o pus no polegar e no indicador esquerdos. É onde gosto de o usar. Ora num dedo, ora no outro.
Por esta, não estava mesmo nada a espera!

domingo, 5 de abril de 2009

A união faz a força!

As nossas reuniões parecem uma teoria da conspiração. A primeira foi nas Amoreiras, a segunda, hoje às 9h30 da manhã, nos Pastéis de Belém.
Depois de todas as novidades contadas, arregaçámos as mangas e delineámos a estratégia a seguir. Manter a comunicação social interessada, ganhar pontos com as vereações da oposição, encher caixas de email de quem nunca nos deu respostas até hoje. Ou seja, ir à luta com tudo o que temos, guardar alguns trunfos e fazer muito, imenso barulho.
Não queremos ser ingénuos ao ponto de acreditar em todos os que dizem que nos vão ajudar. Mas temos de aproveitar a onda e falar com toda a gente. Motivação não nos falta. Temos mais do que a razão do nosso lado. Somos jovens, tivémos a sorte de ganhar um concurso e esperámos tempo demais. Com o sangue na guelra, muita vontade de ver o assunto resolvido, estamos a atacar por todos os lados.
Esta semana será decisiva. Assim que souber a data das reportagens na SIC e na Visão, aviso.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Dão-se alvíssaras

Perdi-o outra vez! Mas ainda não sei se é definitivo. Já o perdi tantas vezes.

Uma vez foi numa estação de serviço. Estive 20 minutos de cócoras à procura, até que o encontrei. Outras, ficava no saco das compras. E encontrava-o sempre. Já ficou em casa de amigos e eu telefono sempre "É o meu anel da sorte! Guarda-o bem!"

A mais caricata e inacreditável foi o ano passado, numa prova de orientação no meio do mato, com pessoal da empresa. Não o devia ter levado, mas esqueci-me de o tirar. A meio da prova resolvi metê-lo num bolso das calças, mas não o devo ter fechado bem. No final, lamentava-me de o ter perdido. As minhas colegas assentiam que era lindo, que tinha sido uma pena. Até que alguém disse "Perdeste um anel? Olha que fulana de tal encontrou um!".

Contra todas as probabilidades, uma colega de outra equipa tinha-o encontrado e guardado. Foi inacreditável.

Mas desta vez, não faço ideia de onde o perdi! Sei que o tinha quando sai de casa... e só dei por falta dele a meio da manhã. E ontem andei por tanto sítio...

Era da minha mãe. Tanto o cobicei, que ela acabou por ceder. É lindo. Diferente. Ainda há dias, me perguntaram porque é que o uso no dedo indicador. Porque é o único onde cabe. Nos outros fica largo. No indicador ou no polegar, é onde o uso. Quase sempre na mão esquerda. E faz-me falta, porra!

É de prata, trabalhado e com pintinhas verdes, vermelhas e azuis. Tem um ar... sei lá, meio místico, meio árabe, meio rústico. E eu adoro-o.

Se alguém o encontrar por aí, guarde-o bem. É o meu anel da sorte.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Hoje de manhã

Ía morrendo. Bom, morrendo é certamente exagero, mas poderia ter-me magoado à séria. Foi por segundos.
Numa curva, um tipo despistou-se, bateu num carro estacionado, fazendo-o galgar o passeio e passou para a minha faixa. Eu estava dois ou três metros mais à frente, parada no semáforo. Como em todos os acidentes, tudo se passa demasiado rápido para que possamos sequer agir.
Quando olhei para trás e vi o estrago, o carro que anteriormente estava paralelo ao passeio, estava agora na perpendicular, em cima do passeio. O que lhe bateu, ficou ao lado, um pouco mais adiante, com a parte da frente na estrada. Precisamente no sítio onde eu estava, há uns míseros segundos atrás.
No instante em que me apercebi desse pequeno, mas crucial, pormenor, bem disse a minha sorte e segui tranquilamente o meu caminho. Sei que todos os dias me têm sido colocados à frente, como que sinais, incentivos que me fazem continuar. Porque parar é inconcebível, tenho de andar para a frente.
E eu sei que tenho uma sorte do caraças.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Ganha a melhor oferta

Isto há gente com muita sorte.

Acabei de ganhar um convite duplo para uma maratona de cinema e assistir à cerimónia dos Óscares em directo. É no próximo domingo e começa ao meio-dia no cinema Londres. Vão projectar treze dos filmes nomeados.

E agora é assim: como o convite é duplo, estou receptiva à melhor oferta. Podem mandar para o meu e-mail (para quem o tem) ou fazer a proposta directamente nos comentários!
Ganham a possibilidade de ver uma carrada de filmes à borla e ainda deve haver comezaina pelo meio.

Eu sei que ter a minha companhia estraga um bocado a coisa, mas eu prometo que fico caladinha (pelo menos durante os filmes!).

Obrigada à Rádio Comercial.
Óh Pedro Ribeiro... tu és um gajo à maneira:)

Já agora, alguém sabe onde fica a Rua Sampaio Pina? É que tenho de ir levantar o convite ainda hoje... Obrigada!