Novela (que podia ser mexicana) com um número infindável de episódios e protagonistas a mais, vendida em pacotes económicos aos países do leste europeu. Enredo muito intrincado, malfeitores qb, doses exageradas de sacanices, facadas nas costas e muitas figurantes com língua de porteira. A única coisa que vale a pena no meio desta salganhada toda?! A protagonista, que interpreta este argumento sem mudar uma vírgula... ou não fosse isto a sua vida.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Palavra nova

Fernando Alvim escreveu e eu subscrevo.

O amote deveria ser escrito assim

Não percebo porque é que o amo-te se escreve desta forma: amo-te, quando deveria ser desta: amote. O amo-te não deveria ter hífen ou tracinho como se costuma dizer. O amote que eu falo, este, não deveria ter espaço para que nenhuma letra respirasse, para que ficassem ali as letras apertadinhas de forma a não caber mais nenhuma porque a verdade é que quando se ama alguém não cabe mais ninguém ali, porque não há espaço, porque as letras estão literalmente sufocadas por essa palavra que se deveria escrever apenas e só assim: Amote.

Nem mais. É isso mesmo. Eu que andava à procura de uma palavra nova...

2 comentários:

joao disse...

sabes, é giro sim
. mas noutro ponto de vista, a palavra ficaria muito grande, e no TE é que esta o segredo
joao

João Paulo Cardoso disse...

Concordo com o João, apesar de também achar que, o "amote", assim tudo pegado e juntinho, aconchega mais e os dias frios, embora não pareça, hão-de chegar em breve.

Há outra vantagem no "amote".
Certas louras, onde obviamente não te incluo, teriam mais hipóteses de escrever a palavrinha sem erros gramaticais.

Ligeiramente mais inteligentes, as larocas modelos não acharão piada à novidade.
Sabe-se como elas apreciam o "tracinho"...

Beijos.