Novela (que podia ser mexicana) com um número infindável de episódios e protagonistas a mais, vendida em pacotes económicos aos países do leste europeu. Enredo muito intrincado, malfeitores qb, doses exageradas de sacanices, facadas nas costas e muitas figurantes com língua de porteira. A única coisa que vale a pena no meio desta salganhada toda?! A protagonista, que interpreta este argumento sem mudar uma vírgula... ou não fosse isto a sua vida.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Ser de gancho

Agora dei para gostar de ganchos. Podia-me ter dado para pior. Tipo gostar de brincos e ter de ir a correr furar as orelhas... Não, é só mesmo ganchos. E molinhas, daquelas pequeninhas. Que só apanham uma madeixa de cabelo.

Quando tinha o cabelo mais comprido, passava a vida com ele amarrado. Quando o tinha curto, bem curtinho, não lhe punha absolutamente nada e ele tinha sempre um ar despenteado. Mas agora, com o cabelo um pouco abaixo da linha dos ombros, deu-me para reconhecer algum valor aos ganchos que lá tinha por casa, ainda por estrear.
Tenho-os dourados, como o de hoje, com borboletas, molinhas com strass, simplesmente castanhos, e mais molinhas brancas, castanhas e cinzentas. Comprados porque eram giros, porque eram diferentes... mas sem nunca ter tido a coragem dos usar. Talvez porque achasse que me davam um ar demasiado infantil. O mal foi começar a usar...
Uma colega perguntou-me como é que eu conseguia ter um ar tão "menina", como se tivesse a idade da minha filha. "Será do gancho?!". Como a observação foi feita em tom de elogio e com uma certa inveja camuflada, conclui que o resultado tinha sido bom.
E como eu sou de gancho, até combina.

2 comentários:

Mad disse...

Tu não és de gancho. O Capitão Gancho é que era de Flora.

Maria do Desassossego disse...

Era? As coisas que eu aprendo contigo. LOL

Beijooooooos